quinta-feira, 28 de agosto de 2014

I Jornada Sete Lagoana de Capoeira



























I Jornada Sete Lagoana de Capoeira, realizada dentro da programação da 28ª Festa do Folclore de Sete Lagoas, durante os dias 18 ao dia 23 de Agosto de 2014, onde tivemos várias atrações, no dia 18 segunda feira  tivemos  apresentação de Puxada de Rede como o grupo do Projeto Capoeira da cidade de Araçaí, trabalho que completou um ano de no dia 6 de junho de 2014, tendo total apoio do Prefeito Alessandro e do secretário de cultura Eduardo Lopes, na terça feira dia 19 ministramos uma oficina com o objetivo de divulgar a capoeira e sua origem para os aluno da Escola Estadual Arthur Bernardes, no dia  20, quarta feira exibimos o filme " Besouro" e logo após fizemos um bate papo sobre a influência da resistência da cultura negra no Brasil com alunos da Faculdade Promove, no dia 21, quinta feira tivemos a visitação do ônibus  "Balaio da Capoeira" do Mestre Noventa, e as 19hs fizemos uma roda no Quinta na Praça, evento realizado pela direção do Centro Cultural Nho Quim Drumond - CASARÃO, e realizamos uma roda de capoeira com a participação do Grupo Oficina da Capoeira - Professor Mauro, presença do Professor Jordano - Grupo Cordão de Ouro, Graduado Lorota, Grupo Estilo Capoeira, e alunos dos respectivos grupos, no dia 22, dia que comemoramos nacionalmente o dia do Folclore, tivemos a presença do Grão Mestre Rey do Grupo Morro de Santana de BH.   E pela manhã de sábado tivemos um curso ministrado pelo Grão Mestre Rey e às 14hs, o batizado e troca de cordas dos alunos da Cia da Capoeira, Mestre Paulinho Godoy.
Este evento foi realizado pela Secretária de Cultura e Juventude, Centro Cultural Nho Quim Drumond e Cia da Capoeira - Mestre Paulinho Godoy, e quero na oportunidade agradecer a todos que ajudaram para que esta festa acontecesse da melhor forma possível. 

sábado, 26 de julho de 2014

O Projeto Movimento Grande Roda de Julho contou com a participação do Grupo Brasil das Gerais do  Mestre Marzinho Capoeira, e seus alunos Professor Bambu, Graduados Bizão, Tangara e Guerreiro,  Mestre Cobrinha Grupo Iúna e Professor Jordano Grupo Cordão de Ouro
Realização do Mestre Paulinho Godoy - Graduado Bruno - Graduada Maraisa (Cia da Capoeira)
Realização do Projeto Movimento Grande Roda:
Cia da Capoeira 
Secretaria de Cultura e Juventude 
Centro Cultural Nho Quim Drumond - CASARÃO 












segunda-feira, 16 de junho de 2014



VIVÊNCIA DE CAPOEIRA 

15 de junho de 2014
Matozinhos
Mestrando Pantera - Centro Cultural e Social Axé Malicia
ministrado pelo Mestre Cupim ACCB







quinta-feira, 5 de junho de 2014



Projeto Movimento 

                                    Grande Roda 

Mestre Paulinho Godoy 





ANO 2014















Músicas de Capoeira

Capoeira, capú  (Edson Show)

Capoeira,  capú
Maculelê,  Maratcatú
Mas não é Karatê
Nem também Kong-fu
Maculelê, Maracatú
Oi, meu filho quando nascer
Vou perguntar pra parteira
O que é que meu filho vai ser
O meu filho vai ser capoeir a
Capoeira, capú
Maculelê, Maracatú
Não é Karatê
Nem também Kong fú

Músicas de Capoeira

Canarinho da Alemanha (D.P.)

Canarinho da   Alemanha
Quem matou meu curió
Eu jogo capoeira
Mestre Bimba é o maior, eh
Canarinho da  Alemanha
Quem matou meu curió
Na roda de capoeira
Quero ver quem é o melhor, êh
Canarinho da Alemanha
Quem matou meu curió
Eu jogo capoeira
E Pastinha é o melhor, êh
Canarinho da Alemanha
Quem matou meu curió
Eu jogo capoeira
Da Bahia a Maceió, êh
Canarinho da Alemanha
Quem matou meu curió
Eu jogo capoeira Zé Doró é o melhor, êh

sexta-feira, 18 de março de 2011

Um pouco de história

História da Capoeira 

Raízes africana
 A história da capoeira começa no século XVI, na época em que o Brasil era colônia de Portugal. A mão-de-obra escrava africana foi muito utilizada no Brasil, principalmente nos engenhos (fazendas produtoras de açúcar) do nordeste brasileiro. Muitos destes escravos vinham da região de Angola, também colônia portuguesa. Os angolanos, na África, faziam muitas danças ao som de músicas. 

No Brasil 
Ao chegarem ao Brasil, os africanos perceberam a necessidade de desenvolver formas de proteção contra a violência e repressão dos colonizadores brasileiros. Eram constantemente alvos de práticas violentas e castigos dos senhores de engenho. Quando fugiam das fazendas, eram perseguidos pelos capitães-do-mato, que tinham uma maneira de captura muito violenta.

Os senhores de engenho proibiam os escravos de praticar qualquer tipo de luta. Logo, os escravos utilizaram o ritmo e os movimentos de suas danças africanas, adaptando a um tipo de luta. Surgia assim a capoeira, uma arte marcial disfarçada de dança. Foi um instrumento importante da resistência cultural e física dos escravos brasileiros.
A prática da capoeira ocorria em terreiros próximos às senzalas (galpões que serviam de dormitório para os escravos) e tinha como funções principais à manutenção da cultura, o alívio do estresse do trabalho e a manutenção da saúde física. Muitas vezes, as lutas ocorriam em campos com pequenos arbustos, chamados na época de capoeira ou capoeirão. Do nome deste lugar surgiu o nome desta luta.

Até o ano de 1930, a prática da capoeira ficou proibida no Brasil, pois era vista como uma prática violenta e subversiva. A polícia recebia orientações para prender os capoeiristas que praticavam esta luta. Em 1930, um importante capoeirista brasileiro, mestre Bimba, apresentou a luta para o então presidente Getúlio Vargas. O presidente gostou tanto desta arte que a transformou em esporte nacional brasileiro.

Três estilos da capoeira 
A capoeira possui três estilos que se diferenciam nos movimentos e no ritmo musical de acompanhamento. O estilo mais antigo, criado na época da escravidão, é a capoeira angola. As principais características deste estilo são: ritmo musical lento, golpes jogados mais baixos (próximos ao solo) e muita malícia. O estilo regional caracteriza-se pela mistura da malícia da capoeira angola com o jogo rápido de movimentos, ao som do berimbau. Os golpes são rápidos e secos, sendo que as acrobacias não são utilizadas. Já o terceiro tipo de capoeira é o contemporâneo, que une um pouco dos dois primeiros estilos. Este último estilo de capoeira é o mais praticado na atualidade.


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Capoeira de angola
 


O Brasil a partir do século XVI foi palco de uma das maiores violências contra um povo. Mais de dois milhões de negros foram trazidos da África, pelos colonizadores portugueses, para se tornarem escravos nas lavouras da cana-de-açúcar. Tribos inteiras foram subjugadas e obrigadas a cruzar o oceano como animais em grandes galeotas chamadas de navios negreiros. Pernambuco, Bahia e Rio de Janeiro foram os portos finais da maior parte desse tráfico.


Ao contrário do que muitos pensam, os negros não aceitaram pacificamente o cativeiro; a história brasileira está cheia de episódios onde os escravos se rebelaram contra a humilhante situação em que se encontravam. Uma das formas dessa resistência foi o quilombo; comunidades organizadas pelos negros fugitivos, em locais de difícil acesso. Geralmente em pontos altos das matas. O maior desses quilombos estabeleceu-se em Pernambuco no século XVII, numa região conhecida como Palmares. Uma espécie de Estado africano foi formado. Distribuído em pequenas povoações chamadas mocambos e com uma hierarquia onde no ápice encontrava-se o rei Ganga-Zumbi, Palmares pode ter sido o berço das primeiras manifestações da Capoeira.

Desenvolvida para ser uma defesa, a Capoeira foi sendo ensinada aos negros ainda cativos, por aqueles que eram capturados e voltavam aos engenhos. Para não levantar suspeitas, os movimentos da luta foram sendo adaptados às cantorias e músicas africanas para que parecessem uma dança. Assim, como no Candomblé, cercada de segredos, a Capoeira pode se desenvolver como forma de resistência.
Do campo para a cidade a Capoeira ganhou a malícia dos escravos de 'ganho' e dos frequentadores da zona portuária. Na cidade de Salvador, capoeiristas organizados em bandos provocavam arruaças nas festas populares e reforçavam o caráter marginal da luta. Durante décadas a Capoeira foi proibida no Brasil. A liberação da sua prática deu-se apenas na década de 30, quando uma variação da Capoeira (mais para o esporte do que manifestação cultural) foi apresentada ao então presidente, Getúlio Vargas. De lá para cá a Capoeira Angola aperfeiçoou-se na Bahia mantendo fidelidade às tradições, graças principalmente ao seu grande guru, Mestre Pastinha , que jogou Capoeira até os 79 anos, formando gerações de angoleiros .

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CAPOEIRA ORIGEM E HISTÓRIA 

terça-feira, 14 de dezembro de 2010